Não é muito comum a polícia interferir numa luta entre um urso e uma árvore. A briga começou com um insulto malicioso e um choque acidental. Repentinamente, o urso falou e a árvore respondeu! Logo vi que era um homem numa fantasia de urso brigando com alguém fantasiado de árvore. A polícia teve que apartar os dois.

Ursos e árvores não foram feitos para lutar um com o outro. E nós também não. Entretanto, no decorrer da história, as pessoas que foram criadas para amar e servir umas às outras muitas vezes partem para o insulto e agressão.

O interessante é que, conforme diz o profeta Jeremias, até mesmo aqueles que conhecem a lei de Deus podem machucar uns aos outros, sem arrependimento: “…ninguém há que se arrependa da sua maldade…” (Jeremias 8:6), “…sem sentir por isso vergonha…” (v.12). Jeremias também expressou o assombro de Deus, pois mesmo as criaturas selvagens refletem mais sabedoria do que aqueles que dizem “paz, paz” enquanto fazem o mal (vv.7,11).

Aquele que criou os pássaros (v.7) não chama a atenção apenas para os nossos erros. Ele se oferece para preencher o nosso vazio com a Sua plenitude. As alternativas são boas: graça em troca de amargura, sabedoria em vez de insensatez, paz em lugar do conflito.