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A armadilha mortal chamada cobiça

junho 27, 2017
cobiça

Versículo do dia: Os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. (1 Timóteo 6.9)

A cobiça pode destruir a alma no inferno.

A razão pela qual estou certo de que essa destruição não é um fracasso financeiro temporário, mas a destruição final no inferno, é o que Paulo diz em 1 Timóteo 6.12. Ele afirma que a cobiça deve ser resistida com o combate da fé; depois ele acrescenta: “Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão”. O que está em jogo ao fugir da cobiça e lutar pelo contentamento na graça futura é a vida eterna.

Assim, quando Paulo diz em 1 Timóteo 6.9 que o desejo de ser rico lança as pessoas em ruína, ele não está dizendo que a ganância pode prejudicar o seu casamento ou o seu trabalho (o que certamente pode!). Ele está dizendo que a cobiça pode arruinar a sua eternidade. Ou, como 1 Timóteo 6.10 diz no final: “nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (literalmente: “transpassaram a si mesmos com muitas dores”).

Deus fez o máximo na Bíblia para nos advertir misericordiosamente de que a idolatria da cobiça é uma situação de perda. É um beco sem saída no pior sentido da palavra. É uma ilusão e uma armadilha.

Assim, a minha palavra para você é a de 1 Timóteo 6.11: “Foge destas coisas”. Quando você vê-la vindo (em um anúncio de televisão, em um catálogo de Natal, em uma propaganda da Internet ou na compra de um vizinho), fuja dela do modo como você fugiria de um leão rugindo e faminto que escapou de um zoológico.

@voltemosaoevangelho

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Fraquezas com potencial

junho 13, 2017
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Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9

Existe uma tendência universal no ser humano para esconder suas fraquezas. Estamos tristes, mas mostramos rosto alegre. Queremos chorar, mas guardamos nossas lágrimas. Sentimo-nos oprimidos, mas aparentamos estar no controle. Lutamos com a depressão, entretanto procuramos convencer os outros de que tudo vai bem.

Tudo isto revela a importância que damos à imagem que outros têm de nós. Desejamos que nos vejam como vencedores, com passos firmes rumo a objetivos claramente definidos na vida. Por isso, resistimos a todo custo revelar as coisas que mostram nossa verdadeira condição de seres frágeis e débeis.

Paulo afirma, com alegria, que se gloriará em suas fraquezas. Você, alguma vez, parou para pensar na loucura de tal declaração? Ele diz que não fará qualquer esforço para escondê-las; pelo contrário, se vangloriará por elas existirem. Longe de lhe provocar vergonha, ele as apresentará como as verdadeiras marcas da sua total dependência de Cristo. Na verdade, para nós, a atitude do apóstolo é algo incompreensível. Entretanto, não podemos deixar de sentir, no íntimo do coração, uma profunda admiração pelo seu estilo de liderança.

Por um momento, faça uma peregrinação pela história do povo de Deus. Você consegue pensar em alguma pessoa que tenha sido usada graças à sua força e virtudes? Abraão era um ancião incapaz de gerar filhos. José era um escravo, abandonado num cárcere. Moisés era um pastor de ovelhas, gago. Gideão era o menor de sua casa e, ainda por cima, pobre. Davi era um simples pastor de ovelhas. Neemias não era mais que um copeiro do rei. Jeremias era jovem e inexperiente. João Batista era um desconhecido que morava no deserto. Os discípulos eram simples pescadores, homens iletrados sem nenhum preparo. O intrépido perseguidor da igreja, Paulo, foi deliberadamente enfraquecido pelo Senhor por intermédio de um espinho na carne, que o atormentava.

E estes são apenas os heróis das Escrituras. Que diremos de outros como Agostinho, Lutero, Wesley, Hudson Taylor, Moody, Spurgeon etc. que marcaram profundamente a história do povo de Deus? Todos eles, sem exceção, foram úteis porque permitiram que suas fraquezas fossem um meio pelo qual Deus demonstrou Sua glória.

Para pensar:
Não esconda as suas fraquezas. Não procure ocultá-las, nem perca tempo se justificando. Não as ignore, tentando se fazer de forte, porque assim Cristo não poderá manifestar Seu poder. Torne-se amigo das suas debilidades. Elas são, na verdade, a porta para que toda a plenitude de Deus se manifeste em sua vida.

@paodiario

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Paciência

junho 1, 2017
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Versículo do dia: Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida. (Gênesis 50.20)

A história de José em Gênesis 37-50 é uma grande lição do porquê devemos ter fé na soberana graça futura de Deus.

José é vendido como escravo por seus irmãos, o que deve ter testado tremendamente a sua paciência. Mas a ele é dado um bom trabalho na casa de Potifar. Então, quando está agindo retamente no lugar não planejado da obediência, a esposa de Potifar mente sobre sua integridade e ele é lançado na prisão — outra grande prova para sua paciência.

Porém, novamente, as coisas melhoram e o carcereiro da prisão lhe concede responsabilidade e respeito. Mas quando ele pensa que está prestes a obter um indulto por meio do copeiro do Faraó, cujo sonho interpretou, o copeiro o esquece por mais dois anos.

Finalmente, o significado de todos esses desvios e atrasos torna-se claro. José diz aos seus irmãos de quem havia se separado há muito tempo: “Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento… Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida” (Gênesis 45.7, 50.20).

Qual teria sido o segredo para a paciência de José durante todos aqueles longos anos de exílio e maltrato? A resposta é: fé na graça futura: a graça soberana de Deus para transformar o lugar e caminho não planejados no final mais feliz que se possa imaginar.

Via voltemosaoevangelho

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Cristo vale a pena?

maio 23, 2017
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Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. (Lucas 14.26-27)
Jesus não tem vergonha ou receio de nos contar o “pior” — o custo doloroso de ser cristão: aborrecer a família (versículo 26), tomar uma cruz (versículo 27), renunciar as posses (versículo 33). Não há nenhuma letra pequena no pacto da graça. São todas grandes e em negrito. Não há graça barata! Custa caríssimo! Venha e seja meu discípulo.
Porém, Satanás esconde o seu pior e mostra apenas o seu melhor. Tudo o que realmente importa no acordo com Satanás está em letras pequenas na última página.
Na primeira página, em letras grandes e em negrito, estão as palavras: “É certo que não morrereis” (Gênesis 3.4) e “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mateus 4.9). Mas na parte de trás, em letras pequenas — tão pequenas que você só consegue lê-lo com a lupa da Bíblia — está escrito: “E depois dos prazeres fugazes, você sofrerá comigo para sempre no inferno”.
Por que Jesus está disposto a nos mostrar o seu “pior”, bem como o seu melhor, enquanto Satanás só nos mostra o seu melhor? Matthew Henry responde: “Satanás mostra o melhor, mas oculta o pior, porque seu melhor não [compensa] o seu pior; porém o de Cristo compensará abundantemente”.
O chamado de Jesus não é apenas um chamado ao sofrimento e abnegação; é primeiramente um chamado para um banquete. Essa é a ênfase da parábola em Lucas 14.16-24. Jesus também promete uma gloriosa ressurreição onde todas as perdas dessa vida serão reparadas (Lucas 14.14). Ele também nos diz que nos ajudará a suportar as dificuldades (Lucas 22.32). Ele também nos diz que nosso Pai nos dará o Espírito Santo (Lucas 11.13). Ele promete que mesmo se formos mortos por causa do reino, não se perderá um só fio de cabelo da nossa cabeça (Lucas 21.18).
Isso significa que quando nos sentamos para calcular o custo de seguir a Jesus — quando consideramos o “pior” e o “melhor” — ele vale a pena. Abundantemente vale a pena (Romanos 8.18; 2 Coríntios 4.17).
Não é assim com Satanás. O pão roubado é doce, mas depois a boca se encherá de cascalho (veja Provérbios 20.17).

Via https://goo.gl/fxSSze

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Devocional do dia: Aventura

maio 16, 2017
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Quando tinha aproximadamente 7 anos, eu estava no carro com minha mãe e duas irmãs, quando ela parou o veículo no acostamento para estudar um mapa. Eu estava preocupada e perguntei: “Mamãe, nós estamos perdidas?”

Ela respondeu alegremente, dobrando rapidamente o mapa: “Não, nós estamos numa aventura.” Minhas irmãs e eu trocamos olhares duvidosos, quando uma delas sussurrou: “Nós estamos perdidas.”

As aventuras podem ser divertidas — e assustadoras. Geralmente envolvem um pouco do desconhecido. Ao caminharmos em comunhão com Deus, é provável que experimentemos muitas aventuras inusitadas, e oportunidades para servi-lo. Se formos relutantes ou ficarmos com medo, não aproveitaremos as oportunidades, mas as perderemos. Será que Deus ainda realizará o trabalho? É claro. Mas outra pessoa receberá a bênção.

No livro de Ester, capítulo 4, Mordecai encorajou a jovem rainha Ester a ajudar na salvação do povo judeu. Ele advertiu: “Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?” (v.14).

Ester naturalmente ficou com medo de assumir aquela tarefa. Mas Deus usou sua coragem e fé para libertar o povo. Confie em Deus para que Ele lhe mostre o caminho. Há aventuras à frente!

A coragem é o medo que você já venceu por suas orações.

 

Fonte: https://paodiario.org/2017/05/08/aventura/ 

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TEMPO DE RECOMEÇAR!

abril 3, 2017
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”Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial que Deus nos chama a receber” (Fp 3.13-14).

Desprender-se das coisas que ficaram para trás nem sempre é fácil, mas em alguns casos é necessário. Pode ser por várias razões, às vezes são coisas que gostamos muito de fazer, pode ser atitudes, modos, hábitos, às vezes pode ser decepção, mágoa, dor. Que difícil, não é mesmo? Todos nós sabemos o que enfrentamos e sabemos as dificuldades que temos para isso. Mas vemos aqui um modelo para nós. Nesse versículo Paulo mostra sua ousadia em prosseguir, em continuar.

Recomeçar é sempre difícil, ou no mínimo desafiador, mas um grande desafio pode trazer grandes contribuições para a vida. Neemias é um exemplo disso. Junto a seus ajudantes recomeçava uma grande obra. A probabilidade, portanto, de enfrentarem grandes desafios era previsível. Ninguém que se dispõe a realizar a obra de Deus ficará isento de grandes dificuldades.

Existem fases que vivemos em vitória, tudo parece dar certo na nossa vida e existem fases em que somos provados por Deus e parece que tudo que fazemos dá errado. A vida é cheia de fases e as fases não se limitam à idade, à nossa formação ou lugar que moramos. Ela acontece em ciclos que iniciam e encerram assim como os períodos bíblicos. Cada um desses momentos é natural e indispensável, tanto para nosso fortalecimento como para o marco de novas conquistas.

Mesmo diante das decepções e frustrações da vida devemos recomeçar em Cristo Jesus, pois em Cristo somos novas criaturas. O recomeço nos traz a sensação de desconforto e medo; porém, o caminho novo nos leva para mais perto de Deus, para crescer e viver para aquilo que somos feitos. Deus é um Deus de mudança, é tempo de tirar o velho e dar lugar ao novo.

Hoje, Deus lhe dá a oportunidade de recomeçar, então recomece. Tudo irá mudar quando você mudar. Receba o novo de Deus e não pense que o trabalho vai ser duro, pense que a recompensa será maior e melhor.

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Sem pressa e sem procrastinação

março 27, 2017
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Estamos seguindo para mais um fim de mês Em quatro dias março terá terminado. É assim a cada 30 dias, ou 31 dias, um mês se acaba e outro se inicia. Convencionamos medir nossa existência por este parâmetro e ele nos ajuda a perceber a passagem do tempo. Há quem não goste de pensar nisso, que o tempo está passando, mas é um fato e seria de grande proveito aprendermos um pouco com ele. A passagem de um mês pode ser uma grande aliada para mudanças necessárias, porque representa o encerramento de uma etapa e o início de outra. E isso é importante para os processos de mudanças em nossa vida. Já que estamos terminando, que tal nos ajustar e tomar algumas decisões que possam nos ajudar a viver com mais sabedoria o novo mês?

No texto de hoje, Paulo está dizendo aos cristãos de Éfeso que eles deveriam ser mais sábios e aproveitarem melhor as oportunidades, visto que elas são cada vez menos frequentes (os dias são maus). Eles deveriam viver como sábios e não como insensatos! Insensatez é a característica de quem age sem refletir. Se não refletimos, tendemos a cometer dois erros lamentáveis: a pressa e a procrastinação. Elas podem parecer estranhas uma à outra, mas são irmãs gêmeas. Brotam do mesmo galho: a insensatez. A pressa é resultado de nossa falta de equilíbrio, de não sabermos lidar com nossos impulsos. Falamos de forma errada, na hora errada e com a pessoa errada. Agimos impensadamente, precipitadamente, sem de fato possuir todas as informações. Nos comprometemos e depois nos vemos em aperto. Por outro lado, a procrastinação, também filha da insensatez, nos leva a arrumar desculpas para não agir. Vamos deixando para depois, evitando o que nos custa alguma coisa, embora saibamos que precisamos agir. Nos iludimos pensando que teremos tempo, que será fácil, que tudo depende apenas de nossa vontade e então, adiamos atitudes, decisões, trabalhos, estudos, conversas, encontros e outras coisas. Já deveríamos ter entendido que tanto a pressa quanto a procrastinação cobram seu preço e não melhoram nossa vida.

Em abril, sejamos sábios! Vamos lidar melhor com essas duas filhas da insensatez. O tempo é precioso demais para lidarmos mal com ele. Vamos parar de ser apressados quando deveríamos ir com calma e refletir um pouco mais. E vamos também parar de adiar, quando sabemos que precisamos agir. A vida cristã é viver em comunhão com Deus. Ele não é apressado e nem procrastinador. Devemos aprender com Ele. Mais que isso, devemos contar com a atuação do Espírito Santo para nos guiar num estilo de vida mais sábio. Que tenhamos novos meses sem pressa e sem procrastinação e que Deus seja honrado e pessoas abençoadas por nosso estilo de vida mais sábio.

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Cura: vontade de Deus

março 22, 2017
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Porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. João 6.38
Curar os enfermos é da vontade de Deus.
Apesar disso, os cristãos que necessitam da cura têm-me dito: “Talvez Deus tenha colocado essa enfermidade sobre mim com algum propósito”.
Jesus já colocou alguma doença em alguém? Quando as pessoas iam a Jesus a fim de serem curadas, será que Ele chegou a mandar embora uma única pessoa, dizendo: “Não, não é da Minha vontade. Sofra um pouco mais e espere até que a sua piedade fique suficientemente aprofundada”?
Não! Nem uma vez!
Você deseja saber como Deus é? Olhe para Jesus. Você quer ver Deus operando? Olhe para Jesus! Jesus andava por toda parte fazendo as pessoas adoecerem? Não! Ele fazia o bem e as curava (At 10.38). Você quer conhecer a vontade de Deus? Olhe para Jesus. Jesus é a vontade de Deus em ação.
Podemos orar com grande confiança, pedindo a cura e sabendo que é a vontade de Deus!
Confissão: “Quando oro pela cura, sei que oro segundo a vontade de Deus. A vontade de Deus é que tenhamos aquilo que Jesus pagou por nós. Logo, estou confiante de que Deus me ouve. E, visto que sei que Deus me ouve, acredito que receberei aquilo que Lhe pedi. Dou graças a Ele por isso!”
Fonte: Alimento da fé – Devocionais – Kenneth E. Hagin

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Cristo Vive em Você

março 14, 2017
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Como é que poderíamos esperar ter o coração de Jesus como a Bíblia promete? Pronto para uma surpresa? Se você está em Cristo, você já tem o coração de Cristo.

Paulo já disse de forma bem sucinta em Gálatas 2:20 “Cristo vive em mim”. E Paulo explica com estas palavras “A pergunta de Isaías – ‘Existe alguém que conheça o Espírito de Deus, alguém que saiba o que ele está fazendo?’ – foi respondida: Cristo sabe, e nós temos o Espírito de Cristo.” (1 Coríntios 2:16 MSG). Esta palavra é estranha! Se eu tenho a mente de Jesus, por que é que ainda tenho os hábitos de Max?

Deus está disposto a nos transformar na semelhança do Salvador. Eis minha sugestão. Você imaginar o que significa ser exatamente como Jesus. Como ele perdoava? Quando ele orava? Por que ele não desistiu? Vamos “fixar nossos olhos em Jesus” (Hebreus 12:2). Talvez vendo ele, veremos no que podemos nos tornar.

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Ciúmes que mata

fevereiro 16, 2017
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As mulheres se alegravam e, cantando alternadamente, diziam: Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares. Então, Saul se indignou muito, pois estas palavras lhe desagradaram em extremo; e disse: Dez milhares deram elas a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão o reino? Daquele dia em diante, Saul não via a Davi com bons olhos. 1 Samuel 18:7-9

Não há nada mais triste, entre o povo de Deus, do que um líder com inveja do sucesso dos seus liderados. Ele estará sempre dominado por suspeitas e pelo medo, e inevitavelmente seu ministério sofrerá as consequências dessas atitudes.

A derrota de Golias foi uma grande vitória para o povo de Israel. O cântico das mulheres proclamou apenas o que era claro aos olhos de todos. Paralisado pela indecisão e pelo temor, o rei Saul não proporcionou uma orientação exata e decisiva aos seus homens. Foi o jovem pastor de Belém que demonstrou uma atitude de coragem e valentia.

Observe que Davi em nenhum momento alardeou o seu feito; foi o povo que tornou evidente a sua grandeza. Enquanto festejavam, o coração do rei encheu-se de ira. O historiador que registrou esse momento nos revela uma decisão originada nesse acontecimento: “…Daquele dia em diante, Saul não via a Davi com bons olhos”.

Nesta afirmação está a chave do problema. Uma vez que o líder permite que o ciúme e a inveja se apoderem do seu coração, sempre verá negativamente o trabalho dos que estão ao seu redor. Seu julgamento estará obscurecido por sua amargura. Como consequência, grande parte do seu tempo será empenhado na procura de formas para desqualificar os demais. Verá cada ação dos seus liderados como uma ameaça a sua posição. De fato, este é o resumo da vida de Saul que procurou, fanaticamente, destruir a vida de Davi.

A reação de um líder ao êxito dos outros manifesta sua verdadeira grandeza. Um líder amadurecido não teme ser ofuscado pelo ministério de outros, pois trabalha para que avancem e alcancem seu máximo potencial em Cristo. Assim como um pai em relação aos seus filhos, ele sente alegria ao perceber o sucesso deles em tudo o que fazem. Com espírito de generosidade, investe em suas vidas, anima-os e até espera que o superem, reconhecendo que ele mesmo não é a máxima expressão de grandeza.

Para pensar:
Observe como a palavra de Cristo aos discípulos é maravilhosa e desinteressada: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai” (João 14:12). O Messias não definiu “grandeza” pelo tamanho de uma obra, mas pela fidelidade com que alguém executa a tarefa que lhe foi entregue. Neste sentido, o êxito dos Seus discípulos evidenciou que o Seu trabalho, como Messias, foi plenamente cumprido.