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Sem ostentar direitos

agosto 15, 2017
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Meu pai era a pessoa mais importante no meu mundo, quando eu era menino. Ele foi um pastor respeitado, um bom pregador e um líder amável e gentil. Seus dons foram reconhecidos por diversas comissões onde serviu. Foi condecorado por seu serviço para Cristo, com o título de doutor honoris causa. As pessoas muitas vezes diziam: “Oh, você é filho de Joe Stowell” ou me apresentavam como “o filho do Dr. Stowell”. Eu me orgulhava de meu pai e ficava tão satisfeito em ser seu filho que por diversos anos, ser conhecido como seu filho, era a minha fonte de valorização.

Este é apenas um olhar de relance sobre o que significa estar satisfeito com a importância advinda de nossa posição como filhos do Rei. Por causa do grande amor de Deus por nós, Ele nos adotou como Seus filhos e filhas (Efésios 1:5). Não existe honra maior. Nenhum bem material, fama, poder ou posição podem ser comparados a isso. Quando compreendemos essa realidade, ficamos livres da tentação de criar e manipular a nossa própria importância.

Aqueles que estão em Cristo têm importância nele. Podemos nos regozijar porque somos chamados pelo Seu nome: “…assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo…” (v.4). Quando pertencemos ao Rei dos reis, não precisamos da ostentação de outros direitos!

@paodiario

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Amor imutável

agosto 8, 2017
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Em certa cerimônia de casamento em que participei, o pai da noiva citou uma comovente seleção de textos bíblicos sobre o relacionamento conjugal. Em seguida, um amigo do casal leu o “Soneto 116” de William Shakespeare. O pastor que conduziu a cerimônia usou uma frase daquele soneto para ilustrar o tipo de amor que deve caracterizar o matrimônio cristão: “Amor não é amor que se altera quando encontra alteração.” O poeta está dizendo que o verdadeiro amor não muda com as circunstâncias.

O pastor falou sobre as muitas mudanças que o casal experimentaria durante sua vida em comum, incluindo a saúde e os efeitos inevitáveis da idade. E os desafiou a cultivar o verdadeiro amor bíblico que nunca vacila nem falha, apesar das alterações que certamente encontrariam no caminho.

Enquanto observava a alegria e o entusiasmo daquele jovem casal, veio-me à mente um versículo de Tiago: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (1:17). Deus nunca muda, e Seu amor por nós também não. Somos receptores de um amor perfeito que vem de nosso Pai celestial, que nos amou “com amor eterno” (Jeremias 31:3).

Somos chamados a aceitar o amor infalível de Deus, permitir que Ele molde nossa vida e transmitir o Seu amor.

O amor de Deus permanece mesmo quando todo o restante já caiu.

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Impressões equivocadas

agosto 1, 2017
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O romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito, (Pub. Europa-América, 2010) é sobre uma mulher inglesa, Lizzy Bennet, perseguida pelo Sr. Darcy, um homem egocêntrico, complexado e rico. A primeira impressão de Lizzy sobre ele foi de que era: arrogante, introvertido e egoísta. Mais tarde, quando chega a saber de seus muitos atos secretos de bondade para com os outros, Lizzy admite que havia se enganado em relação a ele.

O livro de Josué 22 registra um outro exemplo de primeiras impressões equivocadas. As tribos de Rúben, Gade e Manassés haviam construído um imponente altar, junto ao Jordão. Quando as outras tribos ficaram sabendo, enfureceram-se (vv.9-12), porque Deus havia ordenado que somente Ele fosse adorado e que os sacrifícios fossem oferecidos unicamente no tabernáculo (Êxodo 20:3; Levítico 17:8,9). Eles viram a construção daquele altar como um ato de apostasia.

Felizmente, Fineias, filho do sacerdote Eleazar, foi até lá com uma delegação para averiguar por que eles haviam construído o altar (Josué 22:13-33). Foi-lhes dito que se tratava de um memorial da união de todas as tribos, sob a autoridade do único Deus de Israel (v.34).

Muitas vezes, nossas primeiras impressões podem estar erradas. Todavia, a comunicação correta pode corrigir mal-entendidos criados por nosso próprio orgulho e preconceito.

@paodiario 

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Meu coração me condena

julho 25, 2017
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Você às vezes se sente culpado e indigno por causa de algo que fez anos atrás? Você já confessou e pediu que Deus lhe perdoasse, mas a lembrança daquilo o persegue?

Eu me identifico com você. Os sentimentos de culpa ainda passam por cima de mim quando relembro como falhei com uma senhora idosa e sem filhos, quando estava estudando para o ministério. Ela vinha com frequência na loja em que eu trabalhava meio expediente. Depois de certo tempo, tornei-me amigo e conselheiro espiritual dela e de seu marido. Mais tarde, oficiei o funeral dele.

Quando mudei para uma cidade vizinha como pastor seminarista, perdi o contato com ela. Eu queria procurá-la, mas sempre adiei o compromisso. Certo dia, vi a nota de seu falecimento. Fiquei devastado com a dor e confessei meu pecado a Deus.

Mais de 30 anos após a conversão de Paulo, ele se referiu ao tempo em que havia sido “blasfemo, e perseguidor, e insolente” (1 Timóteo 1:13). Ele disse de si mesmo: “…Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (v.15). Mas exultava constantemente na certeza de que era um pecador perdoado.

Deus, que é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas (1 João 3:20), perdoou-nos dos pecados que confessamos (1:9). Podemos crer nele!

 A confissão a Deus sempre traz purificação.
@paodiario
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Preocupação

julho 18, 2017
Shot of a young businesswoman with her eyes closed sitting in her office

É difícil viver sem certo grau de ansiedade e preocupação, não é mesmo? Preocupamo-nos com tudo: casamento, filhos, contas, emprego, dinheiro, peso, saúde, se vamos casar ou não e até com as rugas que aparecem no rosto e no pescoço.

A preocupação, li em algum lugar, é um ato de meditação. Quando nos preocupamos, colocamos a nossa atenção e energia nos problemas e não no Senhor. Mantemos nossa mente e “conversa interior” nas dificuldades, e elas se tornam maiores do que na verdade são. Maiores do que as promessas do Senhor e até maiores do que o próprio Mestre.

Como quebrar este hábito de meditar negativamente? Uma pequena dica é: confronte cada problema com as promessas bíblicas e com o caráter do nosso bom e generoso Deus. A Bíblia nos diz que Abraão conseguiu manter uma atitude positiva, mesmo diante de grandes obstáculos: “E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus” (Romanos 4:19,20).

E o Senhor Jesus disse que por mais ansioso que alguém esteja, não poderá acrescentar um simples segundo ao curso de sua vida. Medite nas Escrituras e memorize-as para quebrar e vencer este mau hábito que nos afasta de descansar no Senhor.

…não vos inquieteis com o dia de amanhã… —Mateus 6:34

@paodiario

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Lembranças

julho 4, 2017
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Anos atrás, alguns membros da minha família se reuniram num restaurante para celebrar o 100.º aniversário de minha avó.

Mas ela não estava lá. Está no céu há 16 anos. Mas nós estávamos tão gratos pela sua influência sobre nós que queríamos festejar sua vida. Usamos suas xícaras e pires cor-de-rosa e tomamos chá juntos e relembramos a sua doçura, sabedoria e senso de humor típico. Nós nos recordamos dela.

Quando mais de um dos nossos cinco sentidos está envolvido numa experiência, algo “toca” em nossa memória. Quem sabe se por saber que temos a forte tendência de esquecer coisas, Jesus escolheu um método que envolveria alguns de nossos sentidos para nos ajudar a relembrar o Seu sacrifício. Foi numa refeição — momento de comer e beber — quando disse aos Seus seguidores: “…fazei isto em memória de mim” (1 Coríntios 11:24).

Quando participamos da Ceia do Senhor, lembramos do amor e sacrifício de Jesus, de forma tangível. A comunhão é mais do que um ritual. Cada momento deveria ser experimentado como se você estivesse sentado ao redor da mesa com os discípulos, quando Jesus falou isso.

Com corações transbordantes de gratidão, celebramos a Ceia do Senhor como um momento de lembrança do Seu sacrifício por nossos pecados.

@paodiario

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A armadilha mortal chamada cobiça

junho 27, 2017
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Versículo do dia: Os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. (1 Timóteo 6.9)

A cobiça pode destruir a alma no inferno.

A razão pela qual estou certo de que essa destruição não é um fracasso financeiro temporário, mas a destruição final no inferno, é o que Paulo diz em 1 Timóteo 6.12. Ele afirma que a cobiça deve ser resistida com o combate da fé; depois ele acrescenta: “Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão”. O que está em jogo ao fugir da cobiça e lutar pelo contentamento na graça futura é a vida eterna.

Assim, quando Paulo diz em 1 Timóteo 6.9 que o desejo de ser rico lança as pessoas em ruína, ele não está dizendo que a ganância pode prejudicar o seu casamento ou o seu trabalho (o que certamente pode!). Ele está dizendo que a cobiça pode arruinar a sua eternidade. Ou, como 1 Timóteo 6.10 diz no final: “nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (literalmente: “transpassaram a si mesmos com muitas dores”).

Deus fez o máximo na Bíblia para nos advertir misericordiosamente de que a idolatria da cobiça é uma situação de perda. É um beco sem saída no pior sentido da palavra. É uma ilusão e uma armadilha.

Assim, a minha palavra para você é a de 1 Timóteo 6.11: “Foge destas coisas”. Quando você vê-la vindo (em um anúncio de televisão, em um catálogo de Natal, em uma propaganda da Internet ou na compra de um vizinho), fuja dela do modo como você fugiria de um leão rugindo e faminto que escapou de um zoológico.

@voltemosaoevangelho

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Fraquezas com potencial

junho 13, 2017
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Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9

Existe uma tendência universal no ser humano para esconder suas fraquezas. Estamos tristes, mas mostramos rosto alegre. Queremos chorar, mas guardamos nossas lágrimas. Sentimo-nos oprimidos, mas aparentamos estar no controle. Lutamos com a depressão, entretanto procuramos convencer os outros de que tudo vai bem.

Tudo isto revela a importância que damos à imagem que outros têm de nós. Desejamos que nos vejam como vencedores, com passos firmes rumo a objetivos claramente definidos na vida. Por isso, resistimos a todo custo revelar as coisas que mostram nossa verdadeira condição de seres frágeis e débeis.

Paulo afirma, com alegria, que se gloriará em suas fraquezas. Você, alguma vez, parou para pensar na loucura de tal declaração? Ele diz que não fará qualquer esforço para escondê-las; pelo contrário, se vangloriará por elas existirem. Longe de lhe provocar vergonha, ele as apresentará como as verdadeiras marcas da sua total dependência de Cristo. Na verdade, para nós, a atitude do apóstolo é algo incompreensível. Entretanto, não podemos deixar de sentir, no íntimo do coração, uma profunda admiração pelo seu estilo de liderança.

Por um momento, faça uma peregrinação pela história do povo de Deus. Você consegue pensar em alguma pessoa que tenha sido usada graças à sua força e virtudes? Abraão era um ancião incapaz de gerar filhos. José era um escravo, abandonado num cárcere. Moisés era um pastor de ovelhas, gago. Gideão era o menor de sua casa e, ainda por cima, pobre. Davi era um simples pastor de ovelhas. Neemias não era mais que um copeiro do rei. Jeremias era jovem e inexperiente. João Batista era um desconhecido que morava no deserto. Os discípulos eram simples pescadores, homens iletrados sem nenhum preparo. O intrépido perseguidor da igreja, Paulo, foi deliberadamente enfraquecido pelo Senhor por intermédio de um espinho na carne, que o atormentava.

E estes são apenas os heróis das Escrituras. Que diremos de outros como Agostinho, Lutero, Wesley, Hudson Taylor, Moody, Spurgeon etc. que marcaram profundamente a história do povo de Deus? Todos eles, sem exceção, foram úteis porque permitiram que suas fraquezas fossem um meio pelo qual Deus demonstrou Sua glória.

Para pensar:
Não esconda as suas fraquezas. Não procure ocultá-las, nem perca tempo se justificando. Não as ignore, tentando se fazer de forte, porque assim Cristo não poderá manifestar Seu poder. Torne-se amigo das suas debilidades. Elas são, na verdade, a porta para que toda a plenitude de Deus se manifeste em sua vida.

@paodiario

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Paciência

junho 1, 2017
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Versículo do dia: Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida. (Gênesis 50.20)

A história de José em Gênesis 37-50 é uma grande lição do porquê devemos ter fé na soberana graça futura de Deus.

José é vendido como escravo por seus irmãos, o que deve ter testado tremendamente a sua paciência. Mas a ele é dado um bom trabalho na casa de Potifar. Então, quando está agindo retamente no lugar não planejado da obediência, a esposa de Potifar mente sobre sua integridade e ele é lançado na prisão — outra grande prova para sua paciência.

Porém, novamente, as coisas melhoram e o carcereiro da prisão lhe concede responsabilidade e respeito. Mas quando ele pensa que está prestes a obter um indulto por meio do copeiro do Faraó, cujo sonho interpretou, o copeiro o esquece por mais dois anos.

Finalmente, o significado de todos esses desvios e atrasos torna-se claro. José diz aos seus irmãos de quem havia se separado há muito tempo: “Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento… Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida” (Gênesis 45.7, 50.20).

Qual teria sido o segredo para a paciência de José durante todos aqueles longos anos de exílio e maltrato? A resposta é: fé na graça futura: a graça soberana de Deus para transformar o lugar e caminho não planejados no final mais feliz que se possa imaginar.

Via voltemosaoevangelho

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Cristo vale a pena?

maio 23, 2017
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Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. (Lucas 14.26-27)
Jesus não tem vergonha ou receio de nos contar o “pior” — o custo doloroso de ser cristão: aborrecer a família (versículo 26), tomar uma cruz (versículo 27), renunciar as posses (versículo 33). Não há nenhuma letra pequena no pacto da graça. São todas grandes e em negrito. Não há graça barata! Custa caríssimo! Venha e seja meu discípulo.
Porém, Satanás esconde o seu pior e mostra apenas o seu melhor. Tudo o que realmente importa no acordo com Satanás está em letras pequenas na última página.
Na primeira página, em letras grandes e em negrito, estão as palavras: “É certo que não morrereis” (Gênesis 3.4) e “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mateus 4.9). Mas na parte de trás, em letras pequenas — tão pequenas que você só consegue lê-lo com a lupa da Bíblia — está escrito: “E depois dos prazeres fugazes, você sofrerá comigo para sempre no inferno”.
Por que Jesus está disposto a nos mostrar o seu “pior”, bem como o seu melhor, enquanto Satanás só nos mostra o seu melhor? Matthew Henry responde: “Satanás mostra o melhor, mas oculta o pior, porque seu melhor não [compensa] o seu pior; porém o de Cristo compensará abundantemente”.
O chamado de Jesus não é apenas um chamado ao sofrimento e abnegação; é primeiramente um chamado para um banquete. Essa é a ênfase da parábola em Lucas 14.16-24. Jesus também promete uma gloriosa ressurreição onde todas as perdas dessa vida serão reparadas (Lucas 14.14). Ele também nos diz que nos ajudará a suportar as dificuldades (Lucas 22.32). Ele também nos diz que nosso Pai nos dará o Espírito Santo (Lucas 11.13). Ele promete que mesmo se formos mortos por causa do reino, não se perderá um só fio de cabelo da nossa cabeça (Lucas 21.18).
Isso significa que quando nos sentamos para calcular o custo de seguir a Jesus — quando consideramos o “pior” e o “melhor” — ele vale a pena. Abundantemente vale a pena (Romanos 8.18; 2 Coríntios 4.17).
Não é assim com Satanás. O pão roubado é doce, mas depois a boca se encherá de cascalho (veja Provérbios 20.17).

Via https://goo.gl/fxSSze