Devocionais

Amor imutável

agosto 8, 2017
Foto_amor

Em certa cerimônia de casamento em que participei, o pai da noiva citou uma comovente seleção de textos bíblicos sobre o relacionamento conjugal. Em seguida, um amigo do casal leu o “Soneto 116” de William Shakespeare. O pastor que conduziu a cerimônia usou uma frase daquele soneto para ilustrar o tipo de amor que deve caracterizar o matrimônio cristão: “Amor não é amor que se altera quando encontra alteração.” O poeta está dizendo que o verdadeiro amor não muda com as circunstâncias.

O pastor falou sobre as muitas mudanças que o casal experimentaria durante sua vida em comum, incluindo a saúde e os efeitos inevitáveis da idade. E os desafiou a cultivar o verdadeiro amor bíblico que nunca vacila nem falha, apesar das alterações que certamente encontrariam no caminho.

Enquanto observava a alegria e o entusiasmo daquele jovem casal, veio-me à mente um versículo de Tiago: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (1:17). Deus nunca muda, e Seu amor por nós também não. Somos receptores de um amor perfeito que vem de nosso Pai celestial, que nos amou “com amor eterno” (Jeremias 31:3).

Somos chamados a aceitar o amor infalível de Deus, permitir que Ele molde nossa vida e transmitir o Seu amor.

O amor de Deus permanece mesmo quando todo o restante já caiu.

Devocionais

Impressões equivocadas

agosto 1, 2017
sim_nao_ok

O romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito, (Pub. Europa-América, 2010) é sobre uma mulher inglesa, Lizzy Bennet, perseguida pelo Sr. Darcy, um homem egocêntrico, complexado e rico. A primeira impressão de Lizzy sobre ele foi de que era: arrogante, introvertido e egoísta. Mais tarde, quando chega a saber de seus muitos atos secretos de bondade para com os outros, Lizzy admite que havia se enganado em relação a ele.

O livro de Josué 22 registra um outro exemplo de primeiras impressões equivocadas. As tribos de Rúben, Gade e Manassés haviam construído um imponente altar, junto ao Jordão. Quando as outras tribos ficaram sabendo, enfureceram-se (vv.9-12), porque Deus havia ordenado que somente Ele fosse adorado e que os sacrifícios fossem oferecidos unicamente no tabernáculo (Êxodo 20:3; Levítico 17:8,9). Eles viram a construção daquele altar como um ato de apostasia.

Felizmente, Fineias, filho do sacerdote Eleazar, foi até lá com uma delegação para averiguar por que eles haviam construído o altar (Josué 22:13-33). Foi-lhes dito que se tratava de um memorial da união de todas as tribos, sob a autoridade do único Deus de Israel (v.34).

Muitas vezes, nossas primeiras impressões podem estar erradas. Todavia, a comunicação correta pode corrigir mal-entendidos criados por nosso próprio orgulho e preconceito.

@paodiario 

Devocionais

Meu coração me condena

julho 25, 2017
0717

Você às vezes se sente culpado e indigno por causa de algo que fez anos atrás? Você já confessou e pediu que Deus lhe perdoasse, mas a lembrança daquilo o persegue?

Eu me identifico com você. Os sentimentos de culpa ainda passam por cima de mim quando relembro como falhei com uma senhora idosa e sem filhos, quando estava estudando para o ministério. Ela vinha com frequência na loja em que eu trabalhava meio expediente. Depois de certo tempo, tornei-me amigo e conselheiro espiritual dela e de seu marido. Mais tarde, oficiei o funeral dele.

Quando mudei para uma cidade vizinha como pastor seminarista, perdi o contato com ela. Eu queria procurá-la, mas sempre adiei o compromisso. Certo dia, vi a nota de seu falecimento. Fiquei devastado com a dor e confessei meu pecado a Deus.

Mais de 30 anos após a conversão de Paulo, ele se referiu ao tempo em que havia sido “blasfemo, e perseguidor, e insolente” (1 Timóteo 1:13). Ele disse de si mesmo: “…Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (v.15). Mas exultava constantemente na certeza de que era um pecador perdoado.

Deus, que é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas (1 João 3:20), perdoou-nos dos pecados que confessamos (1:9). Podemos crer nele!

 A confissão a Deus sempre traz purificação.
@paodiario
Curiosiodades

A primeira igreja reformada no Brasil

julho 20, 2017

Em 1555 o rei Henrique II da França deu apoio para uma expedição colonizadora ao Brasil. Ele apontou o vice-almirante Nicolas Durand de Villegaignon, que reuniu um bom número de homens, recrutando-os inclusive em algumas prisões; o grupo partiu da França em julho de 1555 e chegou à baia da Guanabara depois de uma viagem de quatro meses.

La construíram um forte ao qual deram o nome de “Coligny”.  O nome mostrou o respeito pelo almirante Gaspard de Coligny, que era um homem importante na corte francês e simpatizante da fé reformada, que estava sendo divulgado pelo reformador João Calvino (1509-1564).

A pequena colônia sofreu bastante no primeira ano da sua existência por causa da imoralidade dos homens. Villegaignon teve a ideia de escrever uma carta à Calvino solicitando o envio de pastores e colonos protestantes. Ele esperava que eles melhorassem o moral da pequena comunidade por meio de uma pregação rigorosa. A igreja de Calvino em Genebra atendeu a solicitação e o conselho enviou dois ministros e vários leigos. Entre eles estava um estudante de teologia, Jean de Léry, que escreveu um relato sobre os acontecimentos.

O grupo de huguenotes chegou a Guanabara no dia 7 de março de 1557. O objetivo da sua vinda era duplo: criar uma igreja reformada entre os franceses e evangelizar os indígenas. Logo após o desembarque os huguenotes realizaram o primeiro culto reformado no solo brasileiro invocando a Deus por meio de uma oração pelo ministro Pierre Richier e o mesmo fez uma pregação, baseado em Salmo 27:4: “Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor e meditar no seu templo”.

Inicialmente tudo andava bem, mas com o passar do tempo Villegaignon descobriu que não concordava com as ideias dos protestantes; ele mudou de opinião sobre Calvino, considerando-o um herege desviado da fé. Ele começou a perseguir os calvinistas e mandou o pastor Chartier de volta à França em junho 1556. No fim de Outubro o comandante expulsou os reformados da pequena ilha para o continente. Eles permanecerem ali por dois meses à espera de um navio que os levasse de volta para a França.

No dia 04 de Janeiro 1558 chegou um navio que podia levar a grande maioria para França, mas não todos. Cinco homens decidiram retornar ao forte Coligny e esperar uma outra oportunidade. Os nomes deles eram Pierre Bourdon, Jean du Bordel, Matthieu Verneuil, André la Fon e Jacques le Balleur. Villegaignon os recebeu de modo cordial, mas doze dias depois mudou de opinião e disse que eram traidores. Eles ficaram presos e foram condenados à morte por heresia. Antes de morrer, entretanto, foram obrigados a professar por escrito sua fé, no prazo de doze horas, respondendo uma série de perguntas que lhes foram entregues. Eles assim o fizeram, e escreveram a primeira confissão de fé na América, sabendo que com ela estavam assinando a própria sentença de morte. Essa confissão se chama a Confissão de fé de Guanabara.

@bramdegraaf

Devocionais

Preocupação

julho 18, 2017
Shot of a young businesswoman with her eyes closed sitting in her office

É difícil viver sem certo grau de ansiedade e preocupação, não é mesmo? Preocupamo-nos com tudo: casamento, filhos, contas, emprego, dinheiro, peso, saúde, se vamos casar ou não e até com as rugas que aparecem no rosto e no pescoço.

A preocupação, li em algum lugar, é um ato de meditação. Quando nos preocupamos, colocamos a nossa atenção e energia nos problemas e não no Senhor. Mantemos nossa mente e “conversa interior” nas dificuldades, e elas se tornam maiores do que na verdade são. Maiores do que as promessas do Senhor e até maiores do que o próprio Mestre.

Como quebrar este hábito de meditar negativamente? Uma pequena dica é: confronte cada problema com as promessas bíblicas e com o caráter do nosso bom e generoso Deus. A Bíblia nos diz que Abraão conseguiu manter uma atitude positiva, mesmo diante de grandes obstáculos: “E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus” (Romanos 4:19,20).

E o Senhor Jesus disse que por mais ansioso que alguém esteja, não poderá acrescentar um simples segundo ao curso de sua vida. Medite nas Escrituras e memorize-as para quebrar e vencer este mau hábito que nos afasta de descansar no Senhor.

…não vos inquieteis com o dia de amanhã… —Mateus 6:34

@paodiario

Devocionais

Lembranças

julho 4, 2017
lembranças

Anos atrás, alguns membros da minha família se reuniram num restaurante para celebrar o 100.º aniversário de minha avó.

Mas ela não estava lá. Está no céu há 16 anos. Mas nós estávamos tão gratos pela sua influência sobre nós que queríamos festejar sua vida. Usamos suas xícaras e pires cor-de-rosa e tomamos chá juntos e relembramos a sua doçura, sabedoria e senso de humor típico. Nós nos recordamos dela.

Quando mais de um dos nossos cinco sentidos está envolvido numa experiência, algo “toca” em nossa memória. Quem sabe se por saber que temos a forte tendência de esquecer coisas, Jesus escolheu um método que envolveria alguns de nossos sentidos para nos ajudar a relembrar o Seu sacrifício. Foi numa refeição — momento de comer e beber — quando disse aos Seus seguidores: “…fazei isto em memória de mim” (1 Coríntios 11:24).

Quando participamos da Ceia do Senhor, lembramos do amor e sacrifício de Jesus, de forma tangível. A comunhão é mais do que um ritual. Cada momento deveria ser experimentado como se você estivesse sentado ao redor da mesa com os discípulos, quando Jesus falou isso.

Com corações transbordantes de gratidão, celebramos a Ceia do Senhor como um momento de lembrança do Seu sacrifício por nossos pecados.

@paodiario

Devocionais

A armadilha mortal chamada cobiça

junho 27, 2017
cobiça

Versículo do dia: Os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. (1 Timóteo 6.9)

A cobiça pode destruir a alma no inferno.

A razão pela qual estou certo de que essa destruição não é um fracasso financeiro temporário, mas a destruição final no inferno, é o que Paulo diz em 1 Timóteo 6.12. Ele afirma que a cobiça deve ser resistida com o combate da fé; depois ele acrescenta: “Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão”. O que está em jogo ao fugir da cobiça e lutar pelo contentamento na graça futura é a vida eterna.

Assim, quando Paulo diz em 1 Timóteo 6.9 que o desejo de ser rico lança as pessoas em ruína, ele não está dizendo que a ganância pode prejudicar o seu casamento ou o seu trabalho (o que certamente pode!). Ele está dizendo que a cobiça pode arruinar a sua eternidade. Ou, como 1 Timóteo 6.10 diz no final: “nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (literalmente: “transpassaram a si mesmos com muitas dores”).

Deus fez o máximo na Bíblia para nos advertir misericordiosamente de que a idolatria da cobiça é uma situação de perda. É um beco sem saída no pior sentido da palavra. É uma ilusão e uma armadilha.

Assim, a minha palavra para você é a de 1 Timóteo 6.11: “Foge destas coisas”. Quando você vê-la vindo (em um anúncio de televisão, em um catálogo de Natal, em uma propaganda da Internet ou na compra de um vizinho), fuja dela do modo como você fugiria de um leão rugindo e faminto que escapou de um zoológico.

@voltemosaoevangelho

Uncategorized

Melhor que o planejado

junho 20, 2017
fe-no-que-temos-dentro-de-nos-a-gente-e-mais-forte-do-que-imagina.html
…dando sempre graças por tudo… —Efésios 5:20

As interrupções não são novidade. Raramente um dia corre como o planejado.

A vida é cheia de inconveniências. Os nossos planos são constantemente contrariados por circunstâncias além do nosso controle. A lista é longa e sempre mutante. Doenças, conflitos, engarrafamentos, esquecimentos, mau funcionamento de equipamentos, grosserias, preguiça, falta de paciência, incompetência.

O que não podemos ver, no entanto, é o outro lado da inconveniência. Acreditamos não ter outro propósito além de nos desencorajar, dificultar a vida e frustrar os nossos planos. Entretanto, a inconveniência poderia ser o jeito de Deus nos proteger do perigo despercebido, ou poderia ser uma oportunidade de demonstrar a graça e o perdão de Deus. Pode ser o começo de algo muito melhor do que havíamos planejado. Ou poderia ser um teste para verificar como reagimos à adversidade. Seja o que for, mesmo que não conheçamos os motivos de Deus, podemos estar certos do que Ele quer: tornar-nos mais parecidos com Jesus e expandir o Seu reino na terra.

Dizer que através da história os seguidores de Deus encontraram “inconveniências” é eufemismo. Mas Deus tem um propósito. Sabendo disso, podemos agradecê-lo, confiantes de que Ele nos dá uma oportunidade de remir o tempo (Efésios 5:16,20).

@paodiario

Devocionais

Fraquezas com potencial

junho 13, 2017
fraq

Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9

Existe uma tendência universal no ser humano para esconder suas fraquezas. Estamos tristes, mas mostramos rosto alegre. Queremos chorar, mas guardamos nossas lágrimas. Sentimo-nos oprimidos, mas aparentamos estar no controle. Lutamos com a depressão, entretanto procuramos convencer os outros de que tudo vai bem.

Tudo isto revela a importância que damos à imagem que outros têm de nós. Desejamos que nos vejam como vencedores, com passos firmes rumo a objetivos claramente definidos na vida. Por isso, resistimos a todo custo revelar as coisas que mostram nossa verdadeira condição de seres frágeis e débeis.

Paulo afirma, com alegria, que se gloriará em suas fraquezas. Você, alguma vez, parou para pensar na loucura de tal declaração? Ele diz que não fará qualquer esforço para escondê-las; pelo contrário, se vangloriará por elas existirem. Longe de lhe provocar vergonha, ele as apresentará como as verdadeiras marcas da sua total dependência de Cristo. Na verdade, para nós, a atitude do apóstolo é algo incompreensível. Entretanto, não podemos deixar de sentir, no íntimo do coração, uma profunda admiração pelo seu estilo de liderança.

Por um momento, faça uma peregrinação pela história do povo de Deus. Você consegue pensar em alguma pessoa que tenha sido usada graças à sua força e virtudes? Abraão era um ancião incapaz de gerar filhos. José era um escravo, abandonado num cárcere. Moisés era um pastor de ovelhas, gago. Gideão era o menor de sua casa e, ainda por cima, pobre. Davi era um simples pastor de ovelhas. Neemias não era mais que um copeiro do rei. Jeremias era jovem e inexperiente. João Batista era um desconhecido que morava no deserto. Os discípulos eram simples pescadores, homens iletrados sem nenhum preparo. O intrépido perseguidor da igreja, Paulo, foi deliberadamente enfraquecido pelo Senhor por intermédio de um espinho na carne, que o atormentava.

E estes são apenas os heróis das Escrituras. Que diremos de outros como Agostinho, Lutero, Wesley, Hudson Taylor, Moody, Spurgeon etc. que marcaram profundamente a história do povo de Deus? Todos eles, sem exceção, foram úteis porque permitiram que suas fraquezas fossem um meio pelo qual Deus demonstrou Sua glória.

Para pensar:
Não esconda as suas fraquezas. Não procure ocultá-las, nem perca tempo se justificando. Não as ignore, tentando se fazer de forte, porque assim Cristo não poderá manifestar Seu poder. Torne-se amigo das suas debilidades. Elas são, na verdade, a porta para que toda a plenitude de Deus se manifeste em sua vida.

@paodiario

Uncategorized

Quando Deus age contra a sua vontade

junho 6, 2017
Na_Fé-1

Versículo do dia: Entretanto, não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar. (1 Samuel 2.25)

Há três implicações desse texto para nossas vidas.

1) É possível pecar tanto e tão gravemente que o Senhor não concederá arrependimento.

É por isso que Paulo disse que, depois de todas as nossas súplicas e instrução, há “a expectativa de que Deus lhes conceda… o arrependimento”, não “lhes concederá… o arrependimento” (2 Timóteo 2.25). Há um “tarde demais” na vida de pecado. Como é dito sobre Esaú em Hebreus 12.17: “não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado”. Ele foi abandonado; ele não podia se arrepender.

Isso não significa que aqueles que verdadeiramente se arrependem, mesmo depois de uma vida inteira de pecado, não possam ser salvos. Eles certamente podem ser, e serão! Deus é maravilhosamente misericordioso. Testemunhe o ladrão na cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43).

2) Deus pode não permitir que uma pessoa pecadora faça o que é certo.

“Entretanto, não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar”. Ouvir a voz de seu pai era a coisa certa a fazer. Mas eles não ouviriam. Por quê? “Porque o SENHOR os queria matar”.

A razão pela qual eles não obedeceram a seu pai foi que Deus tinha outros propósitos para eles, e os tinha entregado ao pecado e à morte. Isso mostra que há momentos em que a vontade decretória de Deus é diferente da vontade revelada no mandamento de Deus.

3) Às vezes, as nossas orações para que a vontade revelada de Deus seja feita não serão atendidas porque Deus decretou algo diferente para fins santos e sábios.

Eu suponho que Eli orou para que seus filhos fossem transformados. Ele deveria ter orado por algo assim. Porém, Deus havia decretado que Hofni e Finéias não obedecessem, mas fossem mortos.

Quando algo assim acontece (o que normalmente não sabemos de antemão), enquanto clamamos a Deus por mudança, a resposta de Deus não é: “Eu não te amo”. Pelo contrário, a resposta é: “Eu tenho sábios e santos propósitos em não vencer esse pecado e em não conceder o arrependimento. Você não vê esses propósitos agora. Confie em mim. Eu sei o que estou fazendo. Eu te amo”.

@voltemosaoevangelho