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Quando Deus age contra a sua vontade

junho 6, 2017
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Versículo do dia: Entretanto, não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar. (1 Samuel 2.25)

Há três implicações desse texto para nossas vidas.

1) É possível pecar tanto e tão gravemente que o Senhor não concederá arrependimento.

É por isso que Paulo disse que, depois de todas as nossas súplicas e instrução, há “a expectativa de que Deus lhes conceda… o arrependimento”, não “lhes concederá… o arrependimento” (2 Timóteo 2.25). Há um “tarde demais” na vida de pecado. Como é dito sobre Esaú em Hebreus 12.17: “não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado”. Ele foi abandonado; ele não podia se arrepender.

Isso não significa que aqueles que verdadeiramente se arrependem, mesmo depois de uma vida inteira de pecado, não possam ser salvos. Eles certamente podem ser, e serão! Deus é maravilhosamente misericordioso. Testemunhe o ladrão na cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43).

2) Deus pode não permitir que uma pessoa pecadora faça o que é certo.

“Entretanto, não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar”. Ouvir a voz de seu pai era a coisa certa a fazer. Mas eles não ouviriam. Por quê? “Porque o SENHOR os queria matar”.

A razão pela qual eles não obedeceram a seu pai foi que Deus tinha outros propósitos para eles, e os tinha entregado ao pecado e à morte. Isso mostra que há momentos em que a vontade decretória de Deus é diferente da vontade revelada no mandamento de Deus.

3) Às vezes, as nossas orações para que a vontade revelada de Deus seja feita não serão atendidas porque Deus decretou algo diferente para fins santos e sábios.

Eu suponho que Eli orou para que seus filhos fossem transformados. Ele deveria ter orado por algo assim. Porém, Deus havia decretado que Hofni e Finéias não obedecessem, mas fossem mortos.

Quando algo assim acontece (o que normalmente não sabemos de antemão), enquanto clamamos a Deus por mudança, a resposta de Deus não é: “Eu não te amo”. Pelo contrário, a resposta é: “Eu tenho sábios e santos propósitos em não vencer esse pecado e em não conceder o arrependimento. Você não vê esses propósitos agora. Confie em mim. Eu sei o que estou fazendo. Eu te amo”.

@voltemosaoevangelho

Devocionais

Paciência

junho 1, 2017
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Versículo do dia: Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida. (Gênesis 50.20)

A história de José em Gênesis 37-50 é uma grande lição do porquê devemos ter fé na soberana graça futura de Deus.

José é vendido como escravo por seus irmãos, o que deve ter testado tremendamente a sua paciência. Mas a ele é dado um bom trabalho na casa de Potifar. Então, quando está agindo retamente no lugar não planejado da obediência, a esposa de Potifar mente sobre sua integridade e ele é lançado na prisão — outra grande prova para sua paciência.

Porém, novamente, as coisas melhoram e o carcereiro da prisão lhe concede responsabilidade e respeito. Mas quando ele pensa que está prestes a obter um indulto por meio do copeiro do Faraó, cujo sonho interpretou, o copeiro o esquece por mais dois anos.

Finalmente, o significado de todos esses desvios e atrasos torna-se claro. José diz aos seus irmãos de quem havia se separado há muito tempo: “Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento… Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida” (Gênesis 45.7, 50.20).

Qual teria sido o segredo para a paciência de José durante todos aqueles longos anos de exílio e maltrato? A resposta é: fé na graça futura: a graça soberana de Deus para transformar o lugar e caminho não planejados no final mais feliz que se possa imaginar.

Via voltemosaoevangelho

Devocionais

Cristo vale a pena?

maio 23, 2017
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Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. (Lucas 14.26-27)
Jesus não tem vergonha ou receio de nos contar o “pior” — o custo doloroso de ser cristão: aborrecer a família (versículo 26), tomar uma cruz (versículo 27), renunciar as posses (versículo 33). Não há nenhuma letra pequena no pacto da graça. São todas grandes e em negrito. Não há graça barata! Custa caríssimo! Venha e seja meu discípulo.
Porém, Satanás esconde o seu pior e mostra apenas o seu melhor. Tudo o que realmente importa no acordo com Satanás está em letras pequenas na última página.
Na primeira página, em letras grandes e em negrito, estão as palavras: “É certo que não morrereis” (Gênesis 3.4) e “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mateus 4.9). Mas na parte de trás, em letras pequenas — tão pequenas que você só consegue lê-lo com a lupa da Bíblia — está escrito: “E depois dos prazeres fugazes, você sofrerá comigo para sempre no inferno”.
Por que Jesus está disposto a nos mostrar o seu “pior”, bem como o seu melhor, enquanto Satanás só nos mostra o seu melhor? Matthew Henry responde: “Satanás mostra o melhor, mas oculta o pior, porque seu melhor não [compensa] o seu pior; porém o de Cristo compensará abundantemente”.
O chamado de Jesus não é apenas um chamado ao sofrimento e abnegação; é primeiramente um chamado para um banquete. Essa é a ênfase da parábola em Lucas 14.16-24. Jesus também promete uma gloriosa ressurreição onde todas as perdas dessa vida serão reparadas (Lucas 14.14). Ele também nos diz que nos ajudará a suportar as dificuldades (Lucas 22.32). Ele também nos diz que nosso Pai nos dará o Espírito Santo (Lucas 11.13). Ele promete que mesmo se formos mortos por causa do reino, não se perderá um só fio de cabelo da nossa cabeça (Lucas 21.18).
Isso significa que quando nos sentamos para calcular o custo de seguir a Jesus — quando consideramos o “pior” e o “melhor” — ele vale a pena. Abundantemente vale a pena (Romanos 8.18; 2 Coríntios 4.17).
Não é assim com Satanás. O pão roubado é doce, mas depois a boca se encherá de cascalho (veja Provérbios 20.17).

Via https://goo.gl/fxSSze

Devocionais

Devocional do dia: Aventura

maio 16, 2017
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Quando tinha aproximadamente 7 anos, eu estava no carro com minha mãe e duas irmãs, quando ela parou o veículo no acostamento para estudar um mapa. Eu estava preocupada e perguntei: “Mamãe, nós estamos perdidas?”

Ela respondeu alegremente, dobrando rapidamente o mapa: “Não, nós estamos numa aventura.” Minhas irmãs e eu trocamos olhares duvidosos, quando uma delas sussurrou: “Nós estamos perdidas.”

As aventuras podem ser divertidas — e assustadoras. Geralmente envolvem um pouco do desconhecido. Ao caminharmos em comunhão com Deus, é provável que experimentemos muitas aventuras inusitadas, e oportunidades para servi-lo. Se formos relutantes ou ficarmos com medo, não aproveitaremos as oportunidades, mas as perderemos. Será que Deus ainda realizará o trabalho? É claro. Mas outra pessoa receberá a bênção.

No livro de Ester, capítulo 4, Mordecai encorajou a jovem rainha Ester a ajudar na salvação do povo judeu. Ele advertiu: “Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?” (v.14).

Ester naturalmente ficou com medo de assumir aquela tarefa. Mas Deus usou sua coragem e fé para libertar o povo. Confie em Deus para que Ele lhe mostre o caminho. Há aventuras à frente!

A coragem é o medo que você já venceu por suas orações.

 

Fonte: https://paodiario.org/2017/05/08/aventura/ 

Curiosidades Bíblicas

Saiba mais sobre a Arca da Aliança?

abril 28, 2017
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A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.

Origem

A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.

Construção

A bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10 a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.

Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação.

Sobre a tampa, chamada Propiciatório “o Kapporeth”(Êxodo 25: 17 a 22), foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco. Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

hist_igreja_antigaFoi colocado dentro da Arca as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.

A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.

Outros relatos Bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.

Função e simbologia

A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em presença da Arca dentro do Tabernáculo (o que normalmente era feito por Moisés ou algum sacerdote levita).

Segundo os relatos, Deus revelava-se como uma figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas sobre a Arca. Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido severamente, e a Bíblia conta de alguns casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca (em I Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo assim é morto). Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse tocada.

A Arca como instrumento de guerra

A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros, e quando os comandantes hebreus dispensavam a Arca, sofriam derrotas desastrosas.

Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.

A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno

Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada em Siló pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel era jovem, e recebera uma revelação divina condenando Eli e seus filhos à desgraça, por causa de crimes cometidos por seus filhos.

Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Os israelitas, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e a Arca foi capturada. Os filhos de Eli foram mortos. Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.

Os filisteus teriam tomado a Arca como butim de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença da Arca naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorroidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filisteia. Porém, em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.

A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão

No início de seu reinado Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então Davi começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.

No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de “oráculo”) de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.

Desaparecimento

A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.

Em 587 a.C (ou [[607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.

Para os católicos e para os judeus que se utilizam da Septuaginta, Sagradas Escrituras na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a escondeu em uma caverna (2 Mac 2).

“O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica.” (2 Mac, 2, 4-7)

A busca pela Arca

A Arca da Aliança desapareceu da narrativa bíblica depois do incêndio ao Templo. Por isso, não há certezas da sua existência nem da sua destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objetos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prêmio pela conquista. Uma vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou ter sido conservada como troféu. Babilônia também foi conquistada posteriormente por persas, macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos possíveis.

De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.

Leia também: Os Mandamentos de Deus

Corre uma estória entre alguns de que a Arca teria sido retirada do templo e escondida em um lugar seguro antes que os invasores a capturassem. É possível que tal estória seja verdadeira devido ao fato de que a Arca era o objeto mais valioso e importante em todo o Israel, sendo razoável acreditar que a primeira providência dos judeus, após o início do ataque dos invasores, tenha sido transportar, de forma discreta, a Arca para um local seguro. Segundo essa estória, que alguns chamam de lenda, a Arca encontra-se atualmente guardada por pessoas de confiança dos antigos.

O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme ”Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida”.

O propósito do tabernáculo era alojar a Arca na qual foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos.
A Arca tinha 2 1/2 côvados x 11/2 côvado, um baú de madeira retangular com sua tampa, o Propiciatório,
com os Querubins da glória um de frente ao outro com suas asas estendidas. O sangue era aspergido abaixo,
entre os anjos do juízo, que estavam olhando. Quando eles viam o sangue, a ira de Deus era aplacada.

A Arca foi revestida de ouro puro e tinha uma coroa de ouro.

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Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo Sacerdote poderia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca estava no centro do acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.

Ex 25,10-22: “Também farão uma arca de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-á de ouro puro; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de ouro ao redor; E fundirás para ela quatro argolas de ouro, e as porás nos quatro cantos dela, duas argolas num lado dela, e duas argolas noutro lado. E farás varas de madeira de acácia, e as cobrirás com ouro. E colocarás as varas nas argolas, aos lados da arca, para se levar com elas a arca. As varas estarão nas argolas da arca, não se tirarão dela.Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.

Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”

Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei. Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”

A arca era um baú de madeira retangular (madeira de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. Tendo 2,5 côvados de comprimento por de 1,5 côvados de altura (1,15 x 0,70 m) tinha uma moldura de ouro, ou coroa ao redor do topo (no hebraico¸ uma palavra diferente da usada para a beira do altar de incenso).

A arca estava no chão sujo do Santo dos Santos, com suas quatro argolas de ouro onde as varas de ouro eram inseridas, e mantidas ali, em posição de partida.

Dentro da arca haviam 3 coisas. As 2 tábuas da Lei.

Um pote dourado com o maná e a vara de Arão que floresceu.

A Arca da aliança era onde justiça de Deus, o seu juízo para o pecado eram satisfeitos. Existem quase 200 referências no Antigo Testamento sobre a Arca. Aqui estão alguns nomes mencionados nas Escrituras para a Arca da Aliança:

Seus Nomes

Ex 25:22 ” E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
Js 3:6 ” E falou Josué aos sacerdotes, dizendo: Levantai a arca da aliança, e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a arca da aliança, e foram andando adiante do povo.”

Js 3:13 ” Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão amontoadas.”

1Sm 5,7 ” Vendo então os homens de Asdode que assim foi, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus.”

2Cr 6,41 ” Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.”

2Cr 35,3 ” E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo Israel.”

Sl 78,60-61 ” Por isso desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda que estabeleceu entre os homens. E deu a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo.”

Seu Conteúdo

historia_da_igreja1) As 2 tábuas de pedra (Os 10 Mandamentos)

É importante notar que a arca continha as duas tábuas do Decálogo (os Dez Mandamentos). Lembrando que Deus tinha feito uma aliança com Israel, mas o seu povo tinha quebrado. Por sua graça, Deus renovou a aliança, e ordenou que o registro (as tábuas de pedra) deveriam ser depositados na santa arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da arca. Mas os 10 Mandamentos foram armazenados dentro da própria arca.

Ex 25,16 ” Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.”

2) um pote de ouro contendo um ômer de maná (Hb 9,4)

Também foram colocados dois outros artigos dentro da arca. Um deles era um pote contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb 9,4) como um memorial da provisão de Deus:

Ex 16:32-33 ” E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor para guardá-lo para as vossas gerações.”

Também era um tipo de Cristo que era o Pão Vivo que desceu de céu:

Jo 6,50-51 ” Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.”

3) depois eles colocaram a vara de Arão que floresceu (Num 17)

O terceiro artigo colocado era a vara de Arão que da qual saíram brotos, floresceu e frutificou amêndoas maduras em uma única noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9,4).

Num 17,7-8 ” E Moisés pôs estas varas perante o Senhor na tenda do testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.”

Curiosidades Bíblicas

Por que Jesus lavou os pés dos apóstolos?

abril 13, 2017
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Poucas horas antes de sua morte, Jesus se reuniu com os apóstolos para participar da Páscoa. Ele sabia que estaria deixando estes companheiros para cumprir a sua missão na cruz e, logo depois, voltar ao Pai. Com certeza, ele queria aproveitar ao máximo estas últimas horas. Depois de três anos de trabalho com estes homens, que tipo de mensagem ele destacaria? Poderíamos imaginar estudos intensivos sobre doutrinas principais, ou eloqüentes discursos sobre a natureza e o caráter de Deus. Tais assuntos são importantes, e parecem tópicos dignos das últimas horas do Mestre.

Os apóstolos se reclinaram à mesa para participar da ceia quando Jesus se levantou, pegou água e uma toalha, e começou a lavar os pés deles (leia o relato em João 13). Com tantas coisas importantes que poderia falar, Jesus tomou tempo para lavar os pés dos discípulos? Por quê?

Algumas pessoas têm usado este trecho para incluir uma cerimônia de lavagem de pés no culto da igreja. Além do fato que jamais encontramos tal prática nas reuniões das igrejas primitivas, tal abordagem ritua-lista perde o significado mais profundo do ato de Jesus. Nesta ocasião, Jesus ensinou, pelo menos, duas lições importantes:

1. A purificação para ter comunhão com ele. Quando ele chegou a Pedro, este recusou a lavagem de pés (compare a atitude dele com a humildade de João Batista quando pediu que Jesus o batizasseB Mateus 3:13-14). Mas, quando Jesus falou que precisava ser lavado para participar dele, Pedro mudou de idéia: “Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça” (João 13:9). Se precisava de purificação para estar em comunhão com Cristo, Pedro não queria arriscar a rejeição pelo Senhor. Jesus explicou que só precisava lavar o que ainda estivesse sujo. Assim ele comentou sobre o grupo dos apóstolos. A maioria já estava purifica-da, mas nem todos. Judas Iscariotes não manteria comunhão com Cristo porque seu coração foi dominado por Satanás. Sem a santificação, “ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

2. A humildade para servir. Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus disse: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou” (João 13:14-16). Jesus se esvaziou, deixando a glória do céu, para servir aos homens (Filipenses 2:5-8). Ele mostrou que nós devemos nos humilhar para servir aos outros. Como ele lavou os pés, nós devemos procurar oportunidades para humildemente servir uns aos outros.

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DEVOCIONAL – DEUS VÊ A SUA DOR.

abril 10, 2017
DEUS CUIDA

Sei que temos uma tendência inerente do ser humano de culparmos o outro por uma dor, uma tristeza, uma aflição… ou então, de culpar a Deus. Achamos que Ele está sendo sarcástico, que está gostando de nos ver com dor, chorando, tristes. Quando a dor chega e com ela a angústia e a depressão, quantas vezes desejamos fugir para um lugar bem longe de tudo do que está nos fazendo derrubar lágrimas e lágrimas. E aí lamuriamos e perguntamos: Deus onde está você? Porque Senhor estou nessa prova difícil? O que fiz para merecer esse castigo? Porque isso se creio em Ti e sou tão boa?

Pois eu tenho uma boa notícia para dar. Deus está vendo tudo. E talvez a noticia que você não gostaria de ouvir é exatamente essa: Deus está permitindo essa dor. Mas preste atenção. Deus não está alheio a nada. Porque Ele vê tudo, Ele sabe de tudo.

Querida leitora, existem situações que precisamos vivenciar por algum motivo que Deus não precisa revelar, porque Ele é soberano. Mas Ele pode sim te aliviar, te atender e te ajudar.
Nesse versículo acima, o salmista, um poeta, fala de asas de pomba e voar. Ele cita o abrigo no deserto, algo que deve ser muito raro, porque onde encontrar esse abrigo numa imensidão de areia e vento? E é exatamente assim que nos sentimos quando estamos sofrendo. Buscando um abrigo num lugar onde é quase impossível encontrar. E o que nos resta?

Em determinados momentos da nossa vida não há o que fazer realmente. Apenas confiar. E entregar toda aquela situação para Deus, mesmo que doa, mesmo que canse, mesmo que fragilize e desespere. Não desanime, Deus está no controle e recolhendo cada lágrima. Apenas fale: “Senhor Jesus, tire essa dor. Liberte-me disso”. Talvez a resposta não seja imediata, mas eu garanto que no tempo certo, a carga ficará mais leve e um dia terá o mesmo peso de uma pluma.

Eu sei que falar e esperar nos momentos cruciais e difíceis é algo que nos angustia. Não é fácil sentir dor fisicamente quando os médicos te viram do avesso e pedem para ter paciência. Não é fácil perder um parente que amamos, mesmo crendo na vida eterna. Não é fácil estar passando por uma situação financeira difícil, sem condições de pagar as próprias contas. Não é fácil ser abandonada por alguém que amamos verdadeiramente. Quantas lágrimas! Mas creia, Deus está vendo e se solidariza com você. O Senhor transforma a dor, usando-a para nos ensinar e fortalecer. Ele quer que a dor nos leve até Ele. A palavra do Senhor diz que Ele tem prazer em nos abençoar!

Você se lembra de quanto Jesus sofreu? Ele sentiu muita dor, Ele chorou e sofreu demais. E fez isso por nós. E um dia, cremos que Deus criará para nós um mundo maravilhoso, especial e sem dor. Mas enquanto estamos aqui, nesse mundo caótico, difícil, temos que enfrentar as adversidades. Não desanime com a sua dor. Ela terá um fim. Porque Deus jamais dará uma carga além das nossas forças. Por incrível que isso possa parecer nesse momento de dor.

Não retroceda na fé. Você irá vencer e esse tempo de dor servirá de testemunho do que Deus fez por você. Em breve, eu creio, você estará entoando o cântico da vitória. Levante a cabeça e creia nesse Deus que nunca nos deixa na mão.

Devocionais

TEMPO DE RECOMEÇAR!

abril 3, 2017
03-04

”Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial que Deus nos chama a receber” (Fp 3.13-14).

Desprender-se das coisas que ficaram para trás nem sempre é fácil, mas em alguns casos é necessário. Pode ser por várias razões, às vezes são coisas que gostamos muito de fazer, pode ser atitudes, modos, hábitos, às vezes pode ser decepção, mágoa, dor. Que difícil, não é mesmo? Todos nós sabemos o que enfrentamos e sabemos as dificuldades que temos para isso. Mas vemos aqui um modelo para nós. Nesse versículo Paulo mostra sua ousadia em prosseguir, em continuar.

Recomeçar é sempre difícil, ou no mínimo desafiador, mas um grande desafio pode trazer grandes contribuições para a vida. Neemias é um exemplo disso. Junto a seus ajudantes recomeçava uma grande obra. A probabilidade, portanto, de enfrentarem grandes desafios era previsível. Ninguém que se dispõe a realizar a obra de Deus ficará isento de grandes dificuldades.

Existem fases que vivemos em vitória, tudo parece dar certo na nossa vida e existem fases em que somos provados por Deus e parece que tudo que fazemos dá errado. A vida é cheia de fases e as fases não se limitam à idade, à nossa formação ou lugar que moramos. Ela acontece em ciclos que iniciam e encerram assim como os períodos bíblicos. Cada um desses momentos é natural e indispensável, tanto para nosso fortalecimento como para o marco de novas conquistas.

Mesmo diante das decepções e frustrações da vida devemos recomeçar em Cristo Jesus, pois em Cristo somos novas criaturas. O recomeço nos traz a sensação de desconforto e medo; porém, o caminho novo nos leva para mais perto de Deus, para crescer e viver para aquilo que somos feitos. Deus é um Deus de mudança, é tempo de tirar o velho e dar lugar ao novo.

Hoje, Deus lhe dá a oportunidade de recomeçar, então recomece. Tudo irá mudar quando você mudar. Receba o novo de Deus e não pense que o trabalho vai ser duro, pense que a recompensa será maior e melhor.

Devocionais

Sem pressa e sem procrastinação

março 27, 2017
agora 27-03

Estamos seguindo para mais um fim de mês Em quatro dias março terá terminado. É assim a cada 30 dias, ou 31 dias, um mês se acaba e outro se inicia. Convencionamos medir nossa existência por este parâmetro e ele nos ajuda a perceber a passagem do tempo. Há quem não goste de pensar nisso, que o tempo está passando, mas é um fato e seria de grande proveito aprendermos um pouco com ele. A passagem de um mês pode ser uma grande aliada para mudanças necessárias, porque representa o encerramento de uma etapa e o início de outra. E isso é importante para os processos de mudanças em nossa vida. Já que estamos terminando, que tal nos ajustar e tomar algumas decisões que possam nos ajudar a viver com mais sabedoria o novo mês?

No texto de hoje, Paulo está dizendo aos cristãos de Éfeso que eles deveriam ser mais sábios e aproveitarem melhor as oportunidades, visto que elas são cada vez menos frequentes (os dias são maus). Eles deveriam viver como sábios e não como insensatos! Insensatez é a característica de quem age sem refletir. Se não refletimos, tendemos a cometer dois erros lamentáveis: a pressa e a procrastinação. Elas podem parecer estranhas uma à outra, mas são irmãs gêmeas. Brotam do mesmo galho: a insensatez. A pressa é resultado de nossa falta de equilíbrio, de não sabermos lidar com nossos impulsos. Falamos de forma errada, na hora errada e com a pessoa errada. Agimos impensadamente, precipitadamente, sem de fato possuir todas as informações. Nos comprometemos e depois nos vemos em aperto. Por outro lado, a procrastinação, também filha da insensatez, nos leva a arrumar desculpas para não agir. Vamos deixando para depois, evitando o que nos custa alguma coisa, embora saibamos que precisamos agir. Nos iludimos pensando que teremos tempo, que será fácil, que tudo depende apenas de nossa vontade e então, adiamos atitudes, decisões, trabalhos, estudos, conversas, encontros e outras coisas. Já deveríamos ter entendido que tanto a pressa quanto a procrastinação cobram seu preço e não melhoram nossa vida.

Em abril, sejamos sábios! Vamos lidar melhor com essas duas filhas da insensatez. O tempo é precioso demais para lidarmos mal com ele. Vamos parar de ser apressados quando deveríamos ir com calma e refletir um pouco mais. E vamos também parar de adiar, quando sabemos que precisamos agir. A vida cristã é viver em comunhão com Deus. Ele não é apressado e nem procrastinador. Devemos aprender com Ele. Mais que isso, devemos contar com a atuação do Espírito Santo para nos guiar num estilo de vida mais sábio. Que tenhamos novos meses sem pressa e sem procrastinação e que Deus seja honrado e pessoas abençoadas por nosso estilo de vida mais sábio.

Devocionais

Cura: vontade de Deus

março 22, 2017
deus cura

Porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. João 6.38
Curar os enfermos é da vontade de Deus.
Apesar disso, os cristãos que necessitam da cura têm-me dito: “Talvez Deus tenha colocado essa enfermidade sobre mim com algum propósito”.
Jesus já colocou alguma doença em alguém? Quando as pessoas iam a Jesus a fim de serem curadas, será que Ele chegou a mandar embora uma única pessoa, dizendo: “Não, não é da Minha vontade. Sofra um pouco mais e espere até que a sua piedade fique suficientemente aprofundada”?
Não! Nem uma vez!
Você deseja saber como Deus é? Olhe para Jesus. Você quer ver Deus operando? Olhe para Jesus! Jesus andava por toda parte fazendo as pessoas adoecerem? Não! Ele fazia o bem e as curava (At 10.38). Você quer conhecer a vontade de Deus? Olhe para Jesus. Jesus é a vontade de Deus em ação.
Podemos orar com grande confiança, pedindo a cura e sabendo que é a vontade de Deus!
Confissão: “Quando oro pela cura, sei que oro segundo a vontade de Deus. A vontade de Deus é que tenhamos aquilo que Jesus pagou por nós. Logo, estou confiante de que Deus me ouve. E, visto que sei que Deus me ouve, acredito que receberei aquilo que Lhe pedi. Dou graças a Ele por isso!”
Fonte: Alimento da fé – Devocionais – Kenneth E. Hagin