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SOBRE O SETEFI

O Seminário Teológico Filadélfia é uma instituição de ensino que visa, sobretudo, preparar homens e mulheres, chamados por Deus, para melhor servirem no ministério.

A Entidade é interdenominacional e foi criada para servir o “Corpo de Cristo”, em obediência ao imperativo dado à grande comissão: “Ensinai todas as nações”. A Instituição oferece a oportunidade de efetivo aprendizado da palavra de Deus.

O SETEFI é mantido pelo CENTRO NACIONAL DE TEOLOGIA E CIÊNCIAS HUMANAS – CENTEC, uma instituição religiosa, cultural e educativa, que tem por objetivo promover o Reino de Deus através da divulgação do Evangelho, utilizando-se de projetos compatíveis, especialmente na área da educação.

O SETEFI iniciou suas atividades como Seminário Teológico Cristo Verdade que Liberta – em Londrina/PR, no ano de 1996, ofertando cursos por extensão. Em 1998 foi transferido para Curitiba/PR onde funciona até hoje. Em 1999 teve seu nome mudado para Seminário Teológico Filadélfia, ofertando o curso por extensão e pelo Sistema Open University, através de pesquisas. Não se trata de um simples curso por correspondência, mas de aprendizado sério, determinado e fundamentado em bases sólidas.

Durante anos o Seminário ofereceu apenas o curso básico de teologia. À medida que os alunos iam se formando e não tendo como prosseguir em seus estudos, a Instituição resolveu preencher essa lacuna criando os cursos de graduação e pós graduação, possibilitando a que muitos tivessem a oportunidade de realizar um sonho antigo: cursar teologia em nível de bacharelado e pós graduação (mestrado) sem que tivessem, para isso, de deixar a sua cidade. E como o objetivo principal é treinar leigos e obreiros no exercício de suas vocações, o SETEFI lançou em 2002 o Campus Virtual: uma estrutura online com diversas ferramentas, proporcionando assim suporte pedagógico do mais alto nível, facultando aos discentes acesso à tecnologia de ponta.

O SETEFI se ampara na Bíblia, e por isso professa e defende as seguintes doutrinas:

 

CRÊ em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29;

Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e normativa para a vida e o caráter cristão, 2Tm 3.14-17; No nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e na sua ascensão vitoriosa, Is 7.14; Rm 8.34; At 1.9;

Na pecaminosidade do homem, por isso destituído da glória de Deus, mas possível de ser restaurado pelo arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo, Rm 3.23; At 3.19;

Na necessidade absoluta do novo nascimento, pela fé em Cristo, e pelo poder atuante do Espírito Santo e Palavra de Deus, que torna o homem digno do reino dos céus, Jo 3.3-8; No perdão dos pecados, na salvação perfeita, e na eterna justificação da alma efetuados por Jesus Cristo, At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9;

No batismo bíblico (por imersão) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinação de Cristo, Mt 28.19, Rm 6.1-6; Cl 2.12;

Na necessidade e na possibilidade que temos de viver em santidade mediante a obra expiatória e redentora de Jesus, pelo poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do Seu poder, Hb 9.14; 1Pe 1.15:

No batismo (bíblico) com o Espírito Santo, que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, a evidência inicial é o falar em línguas estranhas, conforme At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7.

Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja, para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1Co 12.1-12).

Quanto a segunda vinda premilenial de Cristo, o fato se dará em duas fases distintas: a primeira será invisível para o mundo. Trata-se do arrebatamento da sua Igreja, o que se dará antes da grande tribulação; a segunda será visível, com a Igreja já glorificada, pronta para reinar durante o milênio com Cristo (1Ts 4.16,17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14).

Em razão desse evento, os cristãos comparecerão perante o tribunal de Cristo, para receberem a recompensa segundo as suas obras (II Co 5.10).

Nesse juízo vindouro se observará o que se declara em Ap 20.11-15 a respeito de coroação e condenação. Os remidos gozarão do privilégio da vida eterna, enquanto os ímpios não terão a mesma sorte (Mt 25.46).